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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

25% dos televisores precisarão ser trocados em 2016



Um estudo feito pela GfK na Europa mostrou que o continente caminha para que em 2016 100% dos canais transmitidos em TDT, TV digital Terrestre, sejam comprimidos em MPEG-4.
Isto irá acarretar na obrigatoriedade, para todos aqueles lares que desejam continuar a captar os canais que anteriormente estavam em MPEG-2 e passaram para MPEG-4, da troca de aparelho de televisão.
A estimativa é que 1 em cada 4 televisores instalados no continente não suportam a recepção de canais em compressão MPEG-4, mesmo que sejam televisores em tela plana.
O ideal seria a troca destes televisores por um equipamento mais moderno, no entanto, já se sabe que grande parte da população vai optar por adquirir um conversor, como é feito aqui no Brasil para o sistema ISDB-T em que muitos lares tem conversor digital terrestre para poderem continuar a utilizar seus televisores antigos.

A tecnologia usada para a TV Terrestre na Europa é diferente da tecnologia brasileira, lá na Europa a TDT é transmitida através do DVB-T, padrão para transmissão de tv digital terrestre que é similar ao DVB-S das transmissões de tv via satélite que se capta em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil.
O DVB-T no entanto está passando por uma atualização, o DVB-T2 o que acarretará, entre outras coisas, na mudança de compressão dos canais de MPEG-2 para MPEG-4.
A transmissão de TV Terrestre aqui no Brasil, ISDB-T, segue o padrão japônes e tem compressão em MPEG-4 (H.264) desde o início de seu uso em nosso país.
No entanto o Brasil ainda tem uma grande parcela de televisores que não tem conversor digital terrestre integrado e também precisam ser trocadas para serem 100% compatíveis com a tecnologia em vigor no Brasil.
Acontece que com o advento da tecnologia 4K que irá melhorar a resolução do atual Full HD para ser quatro vezes mais nítida, uma nova compressão deve se tornar padrão no mercado, o HEVC, High Efficiency Video Coding, um tipo de compressão que já está deixando defasado até mesmo os televisores 4K de primeira geração.
E como a geração posterior à 4K já está no forno esperando para mostrar as caras, isto equivale a dizer que… Será que precisamos mesmo de televisores 8K já no começo da próxima década? E se precisamos por que não pular logo a tecnologia 4K e partir direto para o 8K?

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